quinta-feira, 6 de maio de 2010

Turmas Brasil Alfabetizado - 6a etapa - 2009/2010 - Baixadas Litorâneas I

PROF Prof. Angélica
LOCAL Rua Rubens Ribeiro, s/n Boca do Mato (Comaq) – América dos Anjos
HORARIO 17:30h às 20:00h

PROF Prof. Ivone Aziz
LOCAL Rua Davi Garcia da Rocha, n.11 (Igeja N.Sra da Esperança) Jardim Esperança – Cabo Frio
HORARIO 19:00h às 21:30h

PROF Prof Joana
LOCAL Rua Vista Alegre, s/n. (Igreja São Pedro e São Paulo) Aquários – Cabo Frio
(Paróquia N.S. de Fátima)
HORARIO 16:30h às 18:30h e 19:00h às 21:30h

PROF Prof. Lucimone Chaves
LOCAL Escola Paulo Roberto Marinho, Amaral Peixoto, km 116 S P da Aldeia
HORARIO 19h às 21:30h

PROF Prof. Solange Bourrus
LOCAL CIEP B. 331 – Rua Porto Alegre, s/n – Aquarius, Cabo Frio
HORARIO 18:30h às 21:30h

PROF Prof. Lucimone Chaves
LOCAL CIEP B. 272 – Estrada dos Passageiros s/n, Bairro de São João – São Pedro da Aldeia
HORARIO 13:30h às 16:30h

PROF Prof Maria de Fátima
LOCAL Rua Paraná, s/n – Manoel Correa – Cabo Frio - E.M.Themira Palmer
HORARIO 18:30 às 20h

PROF Prof. Maria Luisa
LOCAL Escola Antônio Vaz das Silva – Recanto do Sol – São Pedro da Aldeia
HORÁRIO 19:00h às 21:30h

terça-feira, 4 de maio de 2010

Programa de Formação de Professores Alfabetizadores do MEC

Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (Profa) | Língua Portuguesa | Nova Escola

Neste link existem 3 módulos disponíveis para download que o MEC disponibilizou para Formação de Professores de Alfabetização em 2001:

MÓDULO 1 - Processos da Aprendizagem

MÓDULO 2 - Propostas Didáticas I

MÓDULO 3 - Propostas Didáticas II

Não perca:

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Mais uma dica de matemática - desenvolvendo a concepção de ângulo!



Matemática
Prática pedagógica / Espaço e forma
Rodrigo Ratier (rodrigo.ratier@abril.com.br), de Joinville, SC
Edição 231 | Abril 2010

disponível em : http://revistaescola.abril.com.br/matematica/pratica-pedagogica/estrategias-eficientes-para-ensinar-conceito-angulo-matematica-espaco-forma-545982.shtml

Estratégias eficientes para ensinar o conceito de ângulo

Usar a ideia de giro para entender o que significam medidas como 90º ou 180º ajuda a compreender o conceito de ângulo e dar sentido a ele.

Ao examinar o currículo previsto para sua turma de 5º ano, a professora Andréia Betina Legatsky Klitzke se surpreendeu com uma recomendação no bloco Espaço e Forma: o documento indicava que os alunos deveriam aprender a usar o transferidor para medir ângulos assim que o conteúdo fosse iniciado. "Isso me preocupou", conta ela. "Utilizar o instrumento sem antes compreender o que é ângulo poderia tornar a atividade mecânica e sem sentido." Começava ali uma investigação para tratar o assunto de uma forma que fosse mais significativa e que gerasse, realmente, o aprendizado nessa área.

Um caminho surgiu no próprio pátio da EM Professora Karin Barkemeyer, em Joinville, a 186 quilômetros de Florianópolis. Durante os intervalos, os meninos se divertiam no skate fazendo uma manobra chamada "zerinho" - nada mais do que um rodopio de 360º, executado em etapas ou de uma vez só pelos mais habilidosos. Como ainda faltavam alguns meses para tratar do tema, Andréia teve tempo de fazer um planejamento mais adequado. Agregando conhecimentos aprendidos num recém-terminado curso de capacitação em geometria, ela concebeu uma sequência didática completa (leia o quadro abaixo), que apresentava a garotada à noção de ângulo como giro.

Os resultados foram tão bons que renderam à Andréia o troféu de Educadora Nota 10 do Prêmio Victor Civita de 2009. "Foi um projeto muito bem construído, da abordagem inicial à avaliação", explica Priscila Monteiro, formadora do Instituto Avisa Lá e selecionadora do Prêmio. "Um dos maiores méritos foi a variedade de atividades, algo especialmente importante numa turma como a dela, em que havia dois alunos com deficiência intelectual." Trata-se de uma providência essencial para contemplar a heterogeneidade que toda classe possui e colaborar para que, de uma forma ou de outra, todos aprendam (leia a sequência didática). No grupo de Andréia, o avanço superou as expectativas para a faixa etária. No fim da sequência, a garotada era capaz de estimar medidas tão sofisticadas como 22,5º.

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A PROFESSORA

A paixão da joinvilense Andréia Betina Legatsky Klitzke pela docência vem desde os 16 anos, no curso de magistério do Ensino Médio. O emprego em um banco, porém, a afastou das salas de aula até 2002, quando passou no concurso da rede municipal. Cursou, então, faculdade e especialização. Hoje, aos 39 anos, casada e mãe de dois filhos, a professora, fã do seriado Lost, é uma das primeiras candidatas quando surge a oportunidade na EM Professora Karin Barkemeyer para cursos de formação continuada. "Já fiz sete capacitações, todas em Matemática. De uma delas, sobre geometria, veio a inspiração para algumas das mais de 15 atividades da sequência didática vencedora do Prêmio", conta.

Objetivo
Andréia queria superar a abordagem clássica (e, por vezes, pouco produtiva) sobre ângulos, centrada em definições e fórmulas. O ponto de partida foi levar a turma do 5º ano a perceber como os diversos tipos de giro realizados pelo corpo estavam relacionados aos ângulos e poderiam ser medidos em grau. Com base nisso, o projeto previa ainda explorar a noção em polígonos, estimar aberturas e, no fim, discutir sobre a importância do ângulo para diversas profissões, de engenheiro a mecânico, de marceneiro a arquiteto.

Passo a passo
A primeira etapa, essencial, foi sondar o que a classe sabia sobre ângulos. A palavra era conhecida ("No futebol, quando o chute é no alto, no canto, é gol no ângulo", disse um aluno), mas o conceito, não. A associação com os giros esclareceu dúvidas e abriu caminhos para atividades de direcionamento por uso de coordenadas ("gire 180º", "vire 90º") e em malha quadriculada (em que era preciso seguir instruções escritas para traçar o rumo certo). O passo seguinte foi a confecção do medidor de ângulos. E, com ele, o aprofundamento: a turma passou a estimar medidas em objetos do cotidiano e em polígonos, superando as expectativas de aprendizagem para o ano.

Avaliação
O instrumento privilegiado por Andréia foram os portfólios. Construídos em parceria com os alunos, continham exercícios de sala, lições de casa, autoavaliações e provas. Em diversas questões, além da resolução numérica, ela pedia a descrição do raciocínio empregado. "Sempre digo: 'Quero saber como você pensou'. A argumentação ajuda a organizar o pensamento, auxilia na defesa de opiniões e incentiva o trabalho de autocorreção. Na Matemática, a linguagem também tem um papel fundamental", defende ela.

Educação Jovens e Adultos precisa de estrutura e material diferenciado



Notícias da Interdidática (clique para acessar o site)

Apostilas antigas e livros infantilizados fazem parte do cotidiano de estudantes da modalidade que acelera a aprendizagem. Especialistas afirmam que carência de métodos e materiais próprios desestimula alunos.

Livros antigos nas estantes das bibliotecas, nenhum computador disponível para consulta, professores que se dividem entre compreender o universo adulto dos estudantes ou achar que os alunos à sua frente nada sabem. Essa é a triste realidade das escolas de Educação de Jovens e Adultos (EJA). A modalidade que pretende ajudar as pessoas que perderam muito tempo longe da escola ainda enfrenta enormes desafios.

Há dois públicos bastante distintos que devem ser objeto de trabalho dos professores e merecem orientação especial na EJA. A maioria é de adultos que demoraram a ser alfabetizados e frequentar escolas. Dos 4,9 milhões de estudantes matriculados na modalidade, de acordo com o Censo Escolar 2008, 905.417 tinham mais de 39 anos de idade. E cerca de 742 mil, menos de 17 anos.

É no limite entre juventude e mundo adulto que os professores desse público atuam. Eles precisam, mesmo sem a formação adequada, dar conta de atender a necessidades tão distintas dos dois grupos. “Não controlamos, nessa fase, a presença dos alunos em sala de aula. Nem temos funcionários na escola em número suficiente para ficar pedindo para os estudantes assistirem às aulas. Muitos adolescentes acabam ficando na porta da escola, bebendo, fumando, se drogando. E nós não podemos fazer nada, além de chamar a polícia”, lamenta Vicente de Sousa, vice-diretor do Centro de Educação de Jovens e Adultos da Asa Sul (Cesas), colégio do Distrito Federal.

Vicente diz que, quando os professores conseguem convencer esses jovens a entrar em sala de aula, eles acabam atrapalhando a aprendizagem dos colegas. Claro que há exceções, mas ele garante que grande parte dos estudantes se comporta dessa maneira. “Nosso desafio é adaptar nossa escola para esse adolescente. Temos de resgatar as pessoas que estavam fora do sistema escolar e mostrar que elas podem chegar ao ensino superior”, defende o vice-diretor do Cesas.

Um dos grandes problemas enfrentados pelos gestores e professores dessa modalidade de ensino é combater a evasão. Hoje, há quase 5 milhões de matriculados na EJA, mas, segundo o diretor de Políticas de EJA da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), Jorge Teles, outros 62 milhões de brasileiros poderiam voltar à escola pelas matrículas na educação de jovens e adultos.

Jorge reconhece que é preciso tornar as escolas mais atrativas, mas aponta outra dificuldade enfrentada pelos estudantes: a oferta não é uniforme. Há muitos municípios que só oferecem o primeiro segmento do ensino fundamental. Nesses casos, o aluno que quer continuar os estudos precisa se deslocar em longas distâncias. Acaba desistindo. Em outras cidades, a oferta é feita em poucos colégios e, muitas vezes, em um único turno. “Hoje, 90% das vagas são noturnas. Mas o perfil da população mudou”, diz.

No Cesas, que possui estudantes matriculados nos três turnos, é comum encontrar pessoas que tiveram de parar com os estudos muito tempo porque não podiam estudar à noite. São vigilantes, trabalhadores de shoppings, gente que começa a trabalhar em horários não convencionais. João da Cruz, 41, está concluindo o ensino médio. Só pôde voltar à escola porque há aulas pela manhã.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

VII COLOQUIO INTERNACIONAL PAULO FREIRE - PERNAMBUCO

http://www.paulofreire.org.br/coloquio/

VII COLÓQUIO INTERNACIONAL PAULO FREIRE
TEMA: PAULO FREIRE: CONTRIBUIÇÕES PARA A EDUCAÇÃO E CULTURA POPULAR


LOCAL – CAMPUS DA UFPE
DATA – 16 A 19 DE SETEMBRO DE 2010

Iniciadas as inscrições para o VII Colóquio Internacional Paulo Freire. Comemorativo dos 50 anos do Movimento de Cultura Popular do Recife - MCP, o evento contará com a participação de vários protagonistas do MCP, espaço onde Paulo Freire foi um dos expoentes, teceu e realizou muitas de suas revolucionárias idéias. Professores, educadores populares, profissionais de diversas áreas do conhecimento provenientes do Brasil e de diversas partes do mundo estão presentes. No VII Colóquio os participantes podem inscrever trabalhos em Mesas Redondas, Comunicações Orais e participar dos Círculos de Cultura. O participante, ao inscrever seu trabalho deverá escolher um dos eixos:

(1) Educação e Cultura

(2) Educação Popular e Movimentos Sociais

(3) Educação de Jovens e Adultos

(4) Trabalho e Identidade Social

(5) Sustentabilidade do Meio Ambiente

(6) Direitos Humanos e Cultura da Paz

Para os que pretendem participar com trabalhos, o prazo para apresentação do resumo é até 30 de maio de 2010. Sendo aprovado pela Comissão Científica, o autor deverá apresentar texto completo de 8 a 12 laudas, até 30 de julho de 2010. Tudo conforme as orientações para inscrição contidas no site http://www.paulofreire.org.br/coloquio/ FAÇA SUA INSCRIÇAO. PAULO FREIRE ESTÁ VIVO ENTRE NÓS!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

ATIVIDADES DE MATEMÁTICA - I

Olá meninas. Este exercício foi divulgado no último encontro de coordenadores, realizado no CES São Gonçalo. Espero que aproveitem bem.

Lembrando que os educandos têm determinadas concepções de escrita de números. Vamos prestar atenção aos padrões utilizados por eles. Alguns exemplos:

- para escrever o número 27, já se viu a notação 10107. Significa que ele está decompondo os números o expressando-o através da soma;
- para escrever o número 35, por exemplo, pode-se fazer 305 - é o mesmo raciocínio da soma;
- ou ainda, para escrever o número 17, eles podem notar o 71. Significa que está faltando o valor posicional de construção dos números. Segue a atividade abaixo:


(imagem retirada de http://www.cic.pt/Biblioteca/Intermat/internet/matematica.gif)

ATIVIDADES DE MATEMÁTICA – I

1)Explique o que pode significar o número 213 na porta de um apartamento localizado num edifício? – esta atividade é importante para pessoas que trabalham com entregas em geral. R: Significa que este apartamento está no segundo andar, que contém no mínimo 13 apartamentos. Ou ainda, menos comum, no terceiro apartamento de um prédio de 21 andares.

2)Complete o texto com os números que considerar adequados:
“Na ______ semana do mês de junho, mais precisamente no dia _____, cerca de _____ pessoas participaram da Festa Junina, realizada na escola. Foram organizadas ____ barracas de comes e bebes e _____ barracas de diversão. O ponto alto da festa foi a quadrilha com ____ participantes, bem ais do que os que dançaram no ano passado. Foram consumidos ____ sanduíches, salgados, ______ doces e _____ refrigerantes. O total arrecadado na festa foi de ____________________. O lucro previsto é de ___________.”

CATEDRA UNESCO EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Interessante ficar por dentro do que ocorre no Brasil em termos de Educação de Jovens e Adultos.

A Cátedra UNESCO de Educação de Jovens e Adultos faz parte do Programa UNITWIN da UNESCO.

Tem o formato de uma rede interinstitucional, proposta e coordenada pelas Universidades Federal da Paraíba (UFPB), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que promove eventos, formação de educadores, publicações, documentação, debates e pesquisas, intercâmbios regionais, nacionais e internacionais, além de outras atividades no campo da EJA.
Conheça o projeto da Cátedra em http://catedra-eja.org/arquivos/conheca_acatedra.doc.

OBJETIVOS

Objetivo geral
Promover e incentivar cursos, seminários, eventos científicos e atividades de pesquisa, ensino-aprendizagem, documentação e disseminação de informações na área da educação de jovens e adultos.
Objetivos específicos
1 – Na área de cursos, seminários e eventos: promover e incentivar atividades de debates, registro e publicação de temas que desenvolvam referenciais teórico-metodológicos da educação de jovens e adultos.

2 – Promover cursos de formação em EJA para educadores e gestores brasileiros, africanos e latino-americanos.

3 – Na área de pesquisa e ensino-aprendizagem: promover e incentivar a investigação das temáticas históricas e contemporâneas da educação de jovens e adultos em conexão com os respectivos programas de pós-graduação de cada Universidade envolvida e com parcerias de outras instituições.

4 – Na área de documentação e disseminação de informações: constituir um amplo banco de dados com a catalogação de dissertações e teses, publicações e anais de eventos e confecção de um portal da Cátedra que dissemine todas as informações colhidas e sistematizadas da educação de jovens e adultos.

COOPERAÇÃO NACIONAL E INTERNACIONAL

Um dos objetivos principais da Cátedra UNESCO de EJA é incentivar e promover a cooperação entre instituições e movimentos regionais, nacionais e internacionais, especialmente nos terrenos dos países da América Latina e Caribe e, também, da África, a chamada Cooperação Sul-Sul.

Neste sentido, além da parceria UFPB-UFPE-UFRN, estamos trabalhando com o Centro de Cooperación Regional para la Educación de Adultos em América Latina y Caribe - CREFAL (México), com países africanos como Moçambique e desenvolvemos entendimentos com Cabo Verde e Angola no campo da educação de jovens e adultos.

Nesta iniciativa também, ocorrerá um Congresso em João Pessoa, em julho de 2010, cuja programação é a seguinte:

CONFERÊNCIAS, DEBATES E GRUPOS DE TRABALHOS DO CONGRESSO (GTS)

O Congresso será articulado por meio de duas grandes conferências, várias mesas redondas e grupos de debates, grupos de comunicação de trabalhos inscritos, exposição de pôsteres, lançamento de livros, reuniões de entidades e instituições visando a cooperação regional, nacional e internacional.
(I) As conferências terão como principal referência a temática central do Congresso: Educação e aprendizagem ao longo da vida

(II) As mesas redondas e grupos de debates terão eixos condutores gerais: (1) Formação de educadores de jovens e adultos; (2) Políticas de EJA; (3) Participação, inclusão e diversidade; (4) Avaliação das atuais práticas de EJA e (5) Cooperação Sul-Sul no campo da EJA.

(III) Os Grupos de Trabalhos (GTs) e as exposições de Pôsteres aceitarão inscrições nos seguintes temas:

GT1 – Alfabetização, acesso à cultura escrita e à informação
GT2 – Trabalho e educação
GT3 – Educação, diversidade, inclusão e direitos humanos
GT4 – Educação do campo
GT5 – Jovens, adultos e idosos: os sujeitos da EJA
GT6 – Cultura, saúde, meio-ambiente e desenvolvimento sustentável na EJA
GT7 – Materiais didáticos e literários na EJA
GT8 – História e memória da EJA
GT9 – Estado e sociedade civil na EJA
GT10 – Formação de educadores/as de jovens e adultos
GT11 - Paulo Freire na EJA, hoje
GT12 - EJA e Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs)

ESQUEMA GERAL

Dia 20/07/2010
15h/ 19h  - Credenciamento
19h30 - Abertura oficial
20h - Conferência de Abertura

Dia 21/07/2010
08h/ 10h - Mesas redondas
10h/12h - Grupos de Debates
12h/ 14h horas - Intervalo
14h/ 18h - Comunicações nos Grupos de Trabalhos/Pôsteres
18h/ 20h - Reuniões/Outras atividades
Lançamento de livros da Cátedra e outros autores

Dia 22/07/2010
08h/ 10h - Mesas redondas
10h/ 12h - Grupos de Debates
12h/ 14h - Intervalo
14h/ 18h - Comunicações nos Grupos de Trabalhos/Pôsteres
18h/ 20h - Reuniões/Outras atividades
Lançamento de livros da Cátedra e outros autores

23/07/2010
08h/ 09h30 - Mesa redonda sobre as ações da Cátedra UNESCO de EJA
09h30/11h - Síntese geral dos Grupos de Debates
11h15/13h - Conferência Final
13h - Cerimônia de encerramento do Congresso